Cluster · Viabilidade de Incorporação

Análise de viabilidade imobiliária, do zero ao TIR.

O passo-a-passo operacional: o que entra, o que sai, e como ler os indicadores que decidem se o terreno vira projeto ou vira lição.

O que é

Análise vs. estudo: qual a diferença

Análise de viabilidade imobiliária é a parte operacional — o cálculo. Você junta entradas, custos e premissas, roda cenários e olha indicadores. É iterativa: muda preço/m², muda permuta, recalcula.

Já o estudo de viabilidade imobiliária é o documento formal que sai da análise: relatório com premissas, DRE, fluxo de caixa e conclusão pra apresentar a sócio, banco ou comitê.

Inputs

O que entra na análise

Terreno

Área, preço, ITBI, registro e — se houver — permuta física ou financeira.

Urbanismo

Coeficiente, taxa de ocupação, recuos, gabarito e área computável.

Produto

Tipologias, áreas privativas, preço/m² e mix de unidades.

Custos de obra

CUB ou orçamento por item, BDI e cronograma físico.

Despesas

Projetos, legalização, marketing, comissão e taxa sobre receita.

Vendas

Velocidade mensal, entrada, parcelas, repasse e juros pré-chaves.

Indicadores

O que sai — e como interpretar

Margem líquida

Lucro / VGV. Abaixo de 15% o projeto perdoa pouco erro. Acima de 25% começa a justificar risco.

TIR (Taxa Interna de Retorno)

Rentabilidade real do fluxo. Compare sempre com sua TMA (taxa mínima de atratividade).

VPL (Valor Presente Líquido)

Quanto o projeto vale hoje, descontando o custo do dinheiro. VPL > 0 = cria valor.

Exposição máxima de caixa

Pico de caixa negativo durante a obra. Define quanto você (ou o sócio) precisa bancar.

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